Copa do mundo 2018

Copa do mundo 2018: o que podemos aprender com os jogos?

A Copa do Mundo 2018 está a todo vapor. A esta altura do campeonato, já contamos com diversos acontecimentos e momentos especiais que marcaram a edição deste ano. Não só tivemos times como altas expectativas para avançar para outras chaves, mas também houveram algumas surpresas de seleções que figuram o cenário para os próximos jogos.

Já tivemos mais de 50 partidas entre seleções dos países classificados, e temos mais um curto trajeto até a final. Mas o que podemos tirar de conclusão e aprendizado de todos os jogos até agora?

Nós listamos algumas características de 6 (foco no hexa) das 8 seleções classificadas para as quartas de finais e relacionamos com estilos de liderança e gestão de pessoas.  Com qual seleção você se identifica?

Copa do mundo 2018

Suécia – Trabalho em equipe

Contando com a edição deste ano, esta é a 12º vez em que a Suécia participa, sendo que a sua melhor colocação foi na Copa de 1958, onde ela foi vice-campeã e perdeu para o Brasil. Um dos grandes nomes da Seleção, Zlatan Ibrahimovic, decidiu se aposentar da seleção em 2016, fazendo com que as expectativas do time sueco não fossem as melhores.

Porém, desde então o time vem apresentando uma constante melhoria. O técnico Janne Andersson aposta muito na coletividade do time, principalmente depois da saída do astro principal. Este é um ótimo exemplo de liderança e motivação dos colaboradores para que o sucesso seja alcançado.

Saber lidar com um time e extrair o que cada um pode oferecer de melhor é essencial para que as suas ações tenham o êxito desejado.

Rússia – Superar expectativas

O país anfitrião já conta com 12 participações em Copas e carrega o 4º lugar como melhor classificação. Com um histórico não muito forte, e baseado em seu desempenho na última edição da competição que ocorreu no Brasil e nos últimos jogos, incluindo a Eurocopa, esta era uma das seleções datadas como as mais fracas e sem muitas expectativas de conseguir uma boa classificação geral.

Contudo, a seleção segue para as quartas de finais, sendo um exemplo claro de superação de expectativas. Assim como em um espaço de trabalho, alguns dos fatores que ajudam no desenvolvimento individual e coletivo é o foco e a concentração em seu objetivo, além de uma boa comunicação com os demais colaboradores e acompanhamento de desenvolvimento.

Croácia – Força mental

O time croata é o que conta com menos participações em Copas do mundo e neste ano, é a 4º vez em que a seleção figura nos jogos. Porém, o técnico da seleção Zlatko Dalic e o capitão da equipe Luka Modrić, demonstram muita maturidade e consciência sobre as suas ações, o que acaba refletindo muita força mental e sensatez no time.

Além disso, em seus discursos, o técnico sempre possui uma fala apropriada e motivadora,  essencial para um time bem engajado e que consegue entregar bons resultados.

Bélgica – Bom recrutamento

Em sua 13º participação em copas, este time já vem demonstrando um bom desempenho desde as fases eliminatórias. Com um time forte, que conta com jogadores que estão em seus melhores momentos em suas seleções originais, esta é uma representação exata de uma boa seleção de colaboradores.

Saber recrutar pessoas com habilidades e talentos é essencial para que um projeto possa ser bem executado. Para isso, tenha em mente quais são as necessidades de cada projeto, e como cada um pode colaborar com as suas funções.

Uruguai – Confiança em seus colaboradores

A seleção bicampeã conta com treze participações em Copas. Um dos grandes nomes da seleção este ano é o Edinson Cavani, atacante que já marcou 3 gols nos jogos até o momento. Porém, devido a um edema, ele provavelmente estará fora do próximo jogo.

O técnico Óscar Tabárez já passou por uma situação semelhante na última copa, onde Diego Lugano sentiu uma lesão no joelho. Mesmo assim, o jogador quis participar nos jogos seguintes e o jeito em que o técnico lidou com a situação é algo de se admirar. Contra sua vontade Lugano insistiu em jogar e a oportunidade foi lhe dada.

Contudo, ao término dos treinos, o jogador percebeu que não conseguiria performar do jeito desejado, e optou por ficar de fora dos jogos. Mesmo assim, ele teve todo o suporte do técnico, que escalou o jogador José Giménez em seu lugar, que até hoje é o titular da seleção uruguaia.

Conhecer e saber quais são os limites e capacidades do seu time, faz com que você consiga ter um planejamento mais assertivo e com menos chances de uma possível falha. Por isso esteja com a comunicação sempre em dia com os seus colaboradores. Isso fará uma grande diferença nos resultados finais.  

Procurando dicas para também ser um líder de alta performance? Confira as nossas dicas!

Brasil – Boa liderança

A nossa seleção, que conseguiu se classificar em todas as copas, vem dando motivos para acreditarmos no hexa. Uma das principais razões se deve ao fato de o time estar com um bom direcionamento, pensado pelo técnico Tite (Adenor Leonardo Bachi). Não só dentro, mas fora do campo, ele vem se demonstrando ser um ótimo líder.

Apesar das hierarquias do time, ele conseguiu mantê-lo unido e conciso. Com esta harmonização, o líder consegue tomar a frente e representar o seu time de uma forma correta.  

(Crédito: Reprodução/Twitter)

Ainda temos mais 8 jogos até o fim da Copa de 2018 e com isso, podemos tirar lições boas e ruins sobre todas as seleções.

Quem você acha que é um bom exemplo a ser seguido e quem você acha que teve falhas de liderança? Se você quiser saber que tipo de líder você seria, temos um quiz em nosso blog que irá te trazer esta resposta. Clique aqui e descubra agora mesmo.

Apesar de tudo, uma coisa é certa: esta Copa já está deixando saudades!


Categorias