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Conheça 5 dicas para criação de um naming

Ter uma boa empresa, que ofereça produtos/serviços de qualidade, diferenciados e com um bom atendimento é necessário. Mas, mais do que isso, a empresa também precisa ter um bom nome. Ele deve ser memorável e representar aquilo que a instituição acredita. É aí que o naming se torna tão importante.

Essa pode ser uma das peças mais importantes no processo de branding de uma instituição. É uma tarefa demorada e que demanda muita atenção. Se você ainda não acredita na importância de um bom naming, já está na hora de mudar de opinião.

Na hora de pensar no naming lembre: esse é um momento essencial para o desenvolvimento de uma marca. Afinal: é no nome que tudo começa.

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O naming de uma empresa

Para criar o nome de uma marca, é preciso que em uma – ou poucas – palavras, seja possível passar para os clientes e/ou fornecedores aquilo que ela representa. Ou seja: é um nome que precisa transmitir a ideia central da marca, sua visão, posicionamento, caráter, entre outros.

Todas essas características devem estar ali, condensadas, no naming. Para isso, é preciso uma boa estratégia, doses de criatividade e de esforço.

Como criar nome de marca?

Para criar um naming, podem ser utilizadas várias técnicas: existem marcas com nomes descritivos, formados por siglas, combinações de palavras/nomes, associativos, abstratos, nomes inventados, etc. Ou seja: não existe uma receita ou regra a ser seguida, mas sim alguns caminhos que podem ser tomados na hora de escolher o naming ideal.

Aqui, selecionamos 5 dicas que podem ajudar na hora de criar um naming para a sua empresa:

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01. O nome precisa estar disponível

É preciso que não exista nenhuma empresa com o nome que você deseja e, além disso, que o naming seja permitido por lei. Para isso, a dica é verificar no órgão regulador de marcas e patentes (no Brasil é o INPI) se o nome não está registrado. Qualquer pessoa pode registar um domínio.

02. Escolha um naming curto/fácil e original

O ideal deve ser optar por uma marca com nome fácil de escrever, pronunciar, ouvir e memorizar. Para isso, uma dica é seguir sempre o caminho da simplicidade e clareza. Descomplique sempre que for possível.

03. Pense nos significados das palavras – tanto em português quanto nos outros idiomas

Existem palavras que têm significados diferentes em outras línguas. Para isso, uma pesquisa linguística e cultural – pelo menos em idiomas familiares para os brasileiros, como inglês, espanhol e francês, – deve ser realizada. Mesmo que a sua empresa atenda apenas o público local, é importante se atentar a esse ponto.

04. Fuja dos clichês e modismos

Você está fazendo uma empresa e seu objetivo é que ela tenha sucesso e dure por tempo indeterminado. Para isso, o ideal é passar longe dos modismos, afinal, como o próprio termo já diz: é moda e passageiro. Assim como os termos da moda, os clichês também devem ser evitados, pois demonstram falta de criatividade – e passam para o mercado (clientes e fornecedores) a impressão de ser uma marca até preguiçosa.

05. Tenha motivação afetiva/pessoal, mas com cuidado

É a sua empresa: o nome deve significar algo para você. Além disso, ao ouvir o nome de qualquer outra empresa, também há a tendência em tomar partido – saber se simpatizou ou não, por exemplo. Esse é um parâmetro extremamente subjetivo e pessoal, mas deve ser levado em consideração. Porém, além de ser um naming que signifique algo para você, ele deve ser objetivo, curto e inteligente. Deve transmitir o ideal da empresa.

Já decidiu o naming da sua marca?

Após passar por esse processo de criação, não perca mais tempo: registre o nome da sua empresa e coloque a mão na massa para trabalhar em cima dos seus objetivos.

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